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10/10/2018

# Projeto: Resenhando com o Ensino Médio # 19

Boa tarde, galerinha!

Clique aqui para saber mais sobre o projeto!

No post de hoje vamos ler a resenha do livro A Maldição do Tigre, escrita pela aluna Luiza Cardoso, do 2º ano.

Kelsey é uma adolescente de 17 anos que passou por muitas situações complicadas na vida, incluindo a morte de seus pais, o que a fez amadurecer em relação ao esperado para uma menina de sua idade. Com a chegada do verão, ela busca um emprego para poder ingressar em breve na faculdade, e vê num circo a oportunidade perfeita para ganhar seu próprio dinheiro. Ela sabia que não seria fácil e, por conta disto, começou vendendo ingressos na bilheteria do circo,  até que passou para seu trabalho principal: cuidar de um tigre branco, de olhos azuis, que chegavam a ser ameaçadores e hipnotizantes.

Ela, com o decorrer do tempo, passa a ficar mais tempo com o tigre, compreendendo sua solidão e sentindo um desejo de liberá-lo. Sem sucesso, ela se contenta em passar cada intervalo do trabalho lendo poesias e conversando com ele, o que resulta em uma estranha ligação com o animal. Mas o que ela não sabia é que isso seria apenas o começo de uma aventura que estava prestes a mudar sua vida para sempre.

O tigre que Kelsey foi contratada para cuidar, é na verdade Alagem Dhiren Rajaram, um príncipe indiano que foi amaldiçoado por um mago há mais de 300 anos, condenado a viver pelo resto de sua vida como tigre, voltando a forma humana durante apenas 24 minutos por dia, e ele acredita que ela pode ser a única pessoa capaz de ajudá-lo a quebrar esse feitiço.

A partir daí, eles embarcam em uma aventura pela Índia para tentar quebrar a maldição de Ren, enfrentando todo o tipo de mal e conhecendo mundos diferentes que até então existiam apenas na mitologia hindu. Tudo é ligado a uma antiga profecia, que acaba aproximando ainda mais os dois. E o resultado disto é que Kelsey se apaixona perdidamente tanto pelo tigre quanto pelo homem.


O livro é um romance vibrante, com traços de aventura, levando o seu leitor a uma viagem pela Índia e ao mesmo tempo apresenta alguns mitos e costumes locais muito interessantes, pois a mitologia hindu não é tão presente na literatura atual.

A Maldição do Tigre não teve o desfecho que eu esperava, pois a autora me levou a criar teorias e eu esperava um final mais que clichê, porém, aconteceu totalmente o contrário, fazendo com que surgisse uma vontade ainda maior para iniciar a leitura do próximo volume da série.

Collen Houck soube trabalhar muito bem os detalhes do livro, levando-me a situações de tirar o fôlego e momentos mais “calientes” e encantadores, sem tornar o livro um romance enjoativo.

Recomendo a todos que gostam de romance, aventura e que querem conhecer mais a mitologia hindu. É um bom livro para aqueles que querem fugir da realidade e sentirem-se apaixonados por um príncipe indiano amaldiçoado. A história em si integra muitas das idades, e isto faz da linguagem do livro algo mais descontraído e informal.

O que acharam da opinião da Luiza? Já leram o livro? Comentem! Estamos curiosas para saber sua opinião!

Beijos!


16/09/2018

# Projeto: Resenhando com o Ensino Médio # 15

Oi, gente! 
Tudo bem?

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Hoje eu trago a resenha da Daiane Pscheidt, do 2º ano que escolheu compartilhar conosco sua opinião sobre o livro O que há de estranho em mim.

Brit é uma garota normal; faz parte de uma banda junto com seus amigos, mora com o pai, a madrasta e o irmão mais novo. Não é a garota mais feliz do mundo, e tudo piora quando seu pai resolve interná-la em uma clínica. A internação em vez de lhe fazer bem, só faz mal. Com 16 anos, a jovem se vê diante de um método estranho de terapia, onde ela precisa xingar e dedurar outras jovens para ganhar a liberdade do local.

Angustiada e decidida a não cooperar, Brit prefere se isolar, mas não por muito tempo, pois logo conhece V, Bebe, Martha e Cassie, que se tornam suas melhores amigas. Brit acaba contando para elas o porquê de seu pai tê-la internado naquele lugar que se dizia bom para "educar" adolescentes, afinal, ela era muito respondona e mal-educada.

Juntas, as cinco amigas vão em busca da liberdade e da verdade: querem mostrar a todos que são completamente normais e dar fim a uma clínica que só as enlouquece e que parece esconder muita coisa.

Em meio a tudo isso, Brit acaba descobrindo mais sobre sua família e também sobre sua mãe já falecida.

O livro é bem descritivo, o leitor consegue ter ideia do que a protagonista passa na história, e apesar da leitura ser forte, ela não se torna cansativa; a cada página o leitor se sente mais envolvido. A narrativa é bem estruturada, os personagens têm características próprias e eu super recomendo esta obra, pois garanto que é uma história maravilhosa e, dependendo da interpretação de cada um, passará uma mensagem da importância de não se confiar em tudo que se vê e da autoaceitação. Por isso, O que há de estranho em mim se tornou um dos meus livros favoritos.

Gostaram de conhecer as impressões da Daiane? O que acharam? Comentem! Sua opinião é muito importante para nós!

Beijos!

28/08/2018

# Projeto: Resenhando com o Ensino Médio # 13

Oi, gente!

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No post de hoje, trago as impressões da Juliane Gonçalves de Lima do 3º ano sobre um livro do Nicholas Sparks. Confira o que ela tem a nos dizer sobre À primeira vista.

Jeremy Marsh tinha três certezas: jamais se mudaria de Nova York, não se apaixonaria novamente e nunca teria filhos. Mas agora ele está prestes a se casar com Lexie Darnell e aguarda a chegada da primeira filha, enquanto conduz a reforma de sua nova casa na pequena cidade de Bone Creek, na Carolina do Norte. Em meio a tantas mudanças, Jeremy luta para reencontrar o equilíbrio pessoal e profissional ao lado da mulher que o fez mudar todos os seus planos.

Quando tudo parece estar entrando nos eixos, ele recebe um misterioso e-mail que dá início a uma série de acontecimentos que irão testar a força dessa paixão. Atormentado pela ideia de estar sendo traído, vivendo uma crise criativa que o impede de trabalhar, além de estar angustiado com a gestação complicada de Lexie, ele não poderia imaginar que o pior, e o melhor, ainda estava por vir.

À primeira vista captura toda a incerteza, a tensão e a angústia desse jovem casal, mas também retrata o romantismo, o companheirismo, a descoberta e o amadurecimento que só o verdadeiro amor pode proporcionar.

A narrativa faz com que o leitor queira ler da primeira à última página e quando o livro acaba, você fica querendo ainda mais. E o melhor de tudo é que imaginei inúmeros desfechos para essa história e acaba acontecendo algo totalmente inesperado. Com certeza indico o livro, pois para mim, o Nicholas Sparks é um dos grandes mestres da literatura contemporânea.

O que acharam da resenha da Juliane? Tem mais algum fã do Nicholas Sparks por aqui? Comentem! Sua opinião é muito importante para nós!

Beijos!


12/07/2018

# Projeto: Resenhando com o Ensino Médio # 01

Boa tarde, galera!

Conforme eu comentei em um post nessa semana, a partir de agora vou divulgar as resenhas dos alunos do ensino médio inovador, com os quais eu desenvolvi um projeto chamado Resenhando com o Ensino Médio, clique aqui para saber mais.



Hoje trago a resenha do aluno João Pedro Andrade Dias Costa, do 1º ano


A obra do já falecido Douglas Adams, um dos maiores contadores de histórias de ficção científica dos últimos tempos, intitulada O Guia do Mochileiro das Galáxias, o primeiro volume de uma saga de cinco livros, foi publicada por Completely Unexpected Productions Ltda., no ano de 1979, e trazida para o Brasil pela Editora Arqueiro em 2004, contendo 35 capítulos e 156 páginas.

O livro conta a história de um homem inglês chamado Arthur Dent, o qual inicia a narrativa tentando impedir que trabalhadores da prefeitura derrubem sua casa para a construção de um desvio. Porém, em meio à discussão com os peões, é convencido a desistir, após revelações de seu amigo, Ford Prefect, que afirmava que viera de um pequeno planeta chamado Betelgueiese, e que a Terra seria destruída em questão de minutos por uma raça de seres horríveis, conhecidos como Vogons, os terceiros piores contadores de poesia do universo e que, por uma mera coincidência, queriam construir uma via expressa hiperespacial no lugar do planeta onde estavam.


Após a destruição da Terra, Ford consegue pegar carona com uma das naves vogons, junto de Arthur, que estava muito abalado, e lhe apresenta o "Guia do Mochileiro das Galáxias", espécie de livro contendo todas as informações do universo, e uma toalha de banho, o mais importante utensílio que um mochileiro precisa ter para sobreviver em qualquer lugar da galáxia.

Quando encontrados pelos guardas da nave, são levados para seu líder, Prostetnic Vogon Jeltz, que os tortura com uma de suas piores poesias, decidindo, em seguida, jogá-los no espaço, achando que seria melhor morrerem asfixiados.

Porém, em seus últimos segundos de vida são salvos por uma nave branca, movida a improbabilidade infinita; "invenção que possibilita atravessar imensas distâncias interestelares em um simples 'zerésimo' de segundo" comandada pelo primo de Ford, Zaphood Beblebrox, o agora foragido presidente do governo imperial galáctico, junto de seus dois tripulantes: Trellian, mulher de aparência árabe, e Marvin, um robozinho depressivo de lata.

Quando os dois humanoides se tornam membros da equipe, descobrem um dos maiores mitos da história da galáxia: o lendário planeta "Magrathea", o construtor de planetas sob medida que estava em meio a uma gigante nuvem escura. E este é apenas um dos inúmeros mistérios a serem desenvolvidos na trama.


A ficção criada por Douglas Adams é composta por explicações muito originais e criativas sobre as diversas formas de vida existentes na galáxia, além das inéditas situações enfrentadas pelos personagens no decorrer da trama, que é bem trabalhada pelo autor. Por isso, cada trecho do livro é imprescindível e os detalhes são essenciais para a compreensão da história como um todo.

A leitura não é maçante, nem complexa, pelo contrário, e isso torna o livro muito gostoso de se ler. Não é preciso ter um conhecimento vasto para entender a trama, porém, quanto maior for, melhor será a imersão. Em relação aos personagens, todos têm um tom carismático e característico, o que os torna inesquecíveis e expande ainda mais esse universo maravilhoso e tão amado pelos fãs.

E vocês? Já leram este livro? O que acharam? Gostaram da resenha do João? Comentem! Queremos saber sua opinião!

Beijos!


15/11/2017

# Dica de Leitura # 118

Título: Dançando Sobre Cacos de Vidro
Autora: Ka Hancock
Número de páginas: 336
Ano: 2013
Editora: Arqueiro

Dançando sobre cacos de vidro é o romance de estreia de Ka Hancock e narra a história de Lucy Houston e Michael (Mickey) Chandler, um casal que enfrenta muitas barreiras desde o início de sua relação. 

Ela, assombrada pelo seu histórico familiar de câncer de mama que levou sua mãe muito cedo. Ele, por sua vez, sofre de um grave transtorno bipolar e possui, frequentemente, surtos aterrorizantes. Entretanto, há mais de dez anos esses empecilhos apenas fortalecem esse relacionamento que tinha tudo para ser desastroso, mas se mostra cada dia mais repleto de amor, compreensão e intensidade. Com o intuito de tornar a vida mais fácil, eles estabeleceram por escrito algumas estratégias e regras a serem seguidas. Porém, após uma consulta de rotina, Lucy descobre que umas das regras mais importantes havia sido quebrada. 

Agora, diante do maior desafio pelo qual já passaram, eles deverão provar que o amor que sentem é maior e mais forte do que eles haviam imaginado.



"Lucy, todo casamento é uma dança: complicada às vezes, maravilhosa em outras. Na maior parte do tempo não acontece nada de extraordinário. Com Mickey, porém, haverá momentos em que vocês dançarão sobre cacos de vidro. Haverá sofrimento. Nesse caso, ou você fugirá ou aguentará firme até o pior passar".


"E, depois de descobrir todas as minúcias de sua estranheza e de identificar todos os seus componentes, não vi uma única razão boa o bastante para não amá-lo. Entregamos, um ao outro, nossas personalidades imperfeitas e juramos criar algo maior que cada um de nós individualmente, convencidos de que éramos capazes de realizar nossos sonhos".

Mostrando a perfeição do amor diante de uma vida imperfeita, a escrita de Ka Hancock comove o leitor da primeira à última página, deixando-nos ora devastados, ora encantados diante das lições e reflexões que nos são transmitidas. A narrativa, intercalada pelas vozes dos dois protagonistas, alternando entre passado, presente e sonhos do futuro, é muito bonita e comovente, principalmente pelo fato de tudo parecer muito real, faz o leitor se sentir parte da história. Com um desfecho à altura para uma história de superação, garanto que Dançando sobre cacos de vidro vai arrancar muitas lágrimas e deixar seu coração apertadinho.

CLASSIFICAÇÃO: 



ÓTIMO!